Autor: Tuty (Page 77 of 154)

Encontro de Vinhateiros no Cru Wine Bar

Mais um bom evento no Cru Wine Bar, o que deixa os Cariocas amantes do bom vinho muito felizes.

Este encontro reuniu a nata dos nossos produtores artesanais, os nossos “Garagistes”. São produções muito pequenas, quase todos com uma única filosofia – vinhos naturais, orgânicos e biodinâmicos. Aproveitar o que a natureza oferece é o mote por trás deste ótimo grupo.

Oito vinhateiros e um “estranho no ninho” que produz cervejas, sidras e um Campari se desdobraram para explicar como produzem seus néctares, que estavam à venda, rara oportunidade em face de limitadas quantidades disponíveis.

Participantes:

Vanessa Kohlbraush Medin ([email protected]);

Lizete Vicari([email protected]);

Flavio Luiz Penzo (54 99608-0095);

Casa Ágora – Helio Marchioro ([email protected]);

Faccin Vinhos – Bruno ([email protected]) – https://www.faccinvinhos.com/;

COOPEG Produtos Orgânicos (www.coopeg.com.br);

Vinha Unna – Marina Santos ([email protected]);

Cantina Mincarone – Caio ([email protected]);

Gregory Chastang ([email protected]) – Sidra, cervejas com frutas da Floresta, etc… (foto a seguir)

Para deixar o sábado com cara de perfeição, o ingresso incluía um almoço com opções de pratos harmonizados com os vinhos servidos. Era escolher o que mais lhe agradava, aguardar ser chamado, encher a taça e partir para o abraço.

Melhor impossível!

Impossível, também, será comentar 100% dos vinhos provados. Todos estavam muito bons. Obviamente alguns nos interessaram mais que outros, entre espumantes, brancos e tintos. Muitos deles recém-terminados e apenas engarrafados para o evento, outra oportunidade única de provar vinhos muito novos.

Estes vinhateiros mostraram um grande esmero na apresentação de seus produtos: nomes originais (ampliem as fotos), rótulos atraentes e bem desenhados.

Começamos com os espumantes.

O maior lote era o da COOPEG, produzidos em Garibaldi, terra dos espumantes. Todos corretos e interessantes.

Além destes dois outros chamaram a nossa atenção, ambos elaborados pelos Método Ancestral, resultando em deliciosos “Pet-Nat” (pétillant-naturel) – Faccin e Mincarone. Notamos que ambos tinham o mesmo registro de aromas e sabores. Descobrimos que os produtores estão na mesma região e os vinhedos são praticamente os mesmos. Apenas uma cerca divide as uvas de cada um. Qualquer deles é compra segura.

Seguimos com os brancos e rosados.

Várias e deliciosas opções, com as tradicionais castas Chardonnay e Sauvignon Blanc. O nosso destaque vai para os vinhos de Marina Santos, Lunações e Terroir Ancestral (Vinha Unna) e de Vanessa K. Medin, Guardião da Intuição e Voo Livre.

Um detalhe interessante e inerente a estes vinhos (naturais) é que são macerados com as cascas e não filtrados. A aparência tende a uma cor mais alaranjada e turva.

Dois produtores trabalham com uvas não viníferas, Luiz Penzo e Casa Ágora. Um destes vinhos é o Laranjal:

Elaborado com a casta Niágara Rosada, é extremamente frutado e com um final de boca interminável. Interessante, mas como foi provado no meio da degustação, nos deu muito trabalho para limpar o paladar e poder prosseguir sem ter este vinho na memória.

A utilização das uvas híbridas, americanas ou não viníferas tem se tornado uma tendência no mundo inteiro.

Os tintos.

Cabernet Franc, Tannat, Merlot, Pinot Noir, Motepulciano e Gamay são as castas utilizadas por este grupo, seja em cortes ou varietais. Luiz Penzo trabalha, também, com uvas híbridas e barricas de madeiras brasileiras, como a Umburana, muito comum na elaboração da nossa cachaça.

Os resultados são todos bons, com alguns inevitáveis destaques:

– O corte de Pinoy e Gamay, Transmutação, de Vanessa K. Medin;

– O Cabernet Franc, As Bancantes em Êxtase, de Marina Santos (Vinha Unna)

– O Pinot Noir e o Merlot da Dominio Vicari (Lizete Vicari), os melhores vinhos deste evento para o meu paladar.

Algumas amostras ainda estavam muito jovens para uma correta apreciação, mas já deixaram uma ótima impressão. O uso de madeira ficou dividido, alguns a usam outros preferem se manter distantes deste caminho.

Pequenas joias que valem o investimento. O preço médio, nesta degustação, rondava os 100 reais.

Todos os produtores fazem venda direta. O Cru Wine Bar mantém alguns em estoque, seja para consumo ou venda.

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: o nosso parceiro, Rômulo, da Vina Brasilis, está com uma boa oferta para este Barbera DOC em caixa fechada com 6 unidades.

COLLI PIACENTINI BARBERA DOC

Apresenta cor vermelho rubi, intenso. Amplo olfato, frutado, com cerejas e frutas do bosque. Paladar característico, elegante e harmonioso com corpo cheio.

Harmonização: Excelente com salame, macarrão e pratos à base de carne.

Compre aqui:

– Vina Brasilis – Rômulo – [email protected] – (21) 96756-6123 / (21) 99515-1071 https://www.facebook.com/pg/VinaBrasilis/shop/?rid=133172546824172&rt=6

Celebrando 80 anos: “Boião de Bois” no Maria e o Boi

Um portento. Não preciso dizer que é necessário um formidável apetite para encarar esta delícia.

Para deixar os leitores atônitos, o comensal que apreciou, até o último grão de arroz, o Sr. G, era o homenageado do dia por conta dos seus bem vividos 80 anos.

Esta reunião da Diretoria estava sendo planejada há um bom tempo. Infelizmente vários fatores fora do nosso controle forçaram sucessivos adiamentos deste encontro. Mesmo assim, um dos diretores, o Sr. S, não pode comparecer.

O restaurante Maria e o Boi, em Ipanema, foi o cenário escolhido.

Abrimos os trabalhos com um excelente espumante português, o Luis Pato Baga.

A casta Baga, tinta, é a mais típica da Bairrada. Nas competentes mãos deste vinhateiro produz maravilhas. Este Brut rosado estava no ponto. Bela coloração salmonada, seco, com uma acidez refrescante, foi o par perfeito para as entradinhas: croquete cremoso de camarão e ervas frescas e uma linguiça mista de balsâmico e páprica, farofinha crocante e mostrada da casa.

Encomendamos os demais pratos: um filé de fraldinha com batata francesa (palha rústica, ervilha, cebola roxa e pancetta), Bife de Atum semi-cru com Salada Cesar grelhada (crutons rústicos e Grana Padano).

Para harmonizar, abrimos um ótimo vinho espanhol, Costers del Prior 2014, D.O.Q. Priorat, um corte de 60% Cariñena e 40% Garnacha.

 

Macio e fácil de beber. Notas de frutas negras maduras, alcaçuz e um pouco de tostado (9 meses em madeira). Muito estruturado com um final de boca marcante.

A harmonização mais difícil seria com o Bife de Atum, mas passou com louvor.

Terminada a refeição, ainda estávamos com sede. Escolhemos um vinho da carta para terminar o dia: Duca Della Rocca Primitivo Puglia.

Perfeito para encerrar os trabalhos, acompanhando o bolinho para celebrar o aniversário e uma mousse de doce de leite, repartida em colheradas, que estava divina.

Este vinho é elegante, com aromas de frutas vermelhas. No paladar é muito frutado e harmonioso.

Outro?

Só no próximo 80 anos de um diretor…

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: um corte de uvas portugueses e outras europeias.

What Else 2015

Cabernet Sauvignon, Castelão, Syrah e Touriga Nacional compões o corte deste vinho. Aromas de ameixa e frutas vermelhas maduras. Harmonioso, equilibrado e com toque de chocolate no final de boca. Poderoso.

Harmonização: Maminha, Queijos duros, Queijo Gouda, Pernil de cordeiro, Parrillada, Pato, Rabada.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

Vinhos do Alentejo 2018 – Rio de Janeiro

Participamos de mais um bom evento sobre vinhos portugueses, desta vez com foco na região do Alentejo. Com ótima organização e os amplos salões do Sheraton Hotel, esta degustação foi uma grata surpresa.

Participaram as seguintes vinícolas:

Adega de Borba; Adega de Redondo; Cartuxa – Fundação Eugênio de Almeida; Casa Agrícola HMR – Cave D’or; Casa Relvas (Herdade de São Miguel); Comenda Grande; Cortes de Cima; Esporão; Herdade da Malhadinha Nova; João Portugal Ramos; José Maria da Fonseca; Monte da Capela; Segur Estates (Roquevale); Sogrape Vinhos; Tapada do Fidalgo; Vinhos Folha do Meio.

Estivemos presentes no 1º horário, quando a frequência era boa, sem aglomerações, permitindo avaliar bem as diversas opções oferecidas, de brancos, tintos e rosados. Entre os expositores houve uma clara tendência em focar nos vinhos de entrada e os médios. Poucas mesas ofereceram um vinho de alta gama, numa clara referência à atual situação econômica de nosso país.

Para tirar o máximo de proveito numa degustação como esta é preciso estabelecer um plano de ataque.

Depois de uma volta pelo salão, para conhecer os expositores, a primeira técnica a ser seguida é preparar o palato, seja degustando um espumante, ausentes neste evento, ou um branco. Escolhemos a mesa da Herdade da Malhadinha Nova – Adega do Redondo, onde provamos o trio a seguir:

Destaque para o Monte da Peceguinha 2016, um saboroso corte de Antão Vaz, Verdelho, Arinto e Roupeiro.

Seguimos em busca de outros brancos e alguns rosados, completando a primeira rodada. Entre rótulos tradicionais e novos, o destaque ficou para este aqui:

Pousio Reserva 2014, elaborado com as castas Arinto, Verdelho, Alvarinho.

Depois de uma rápida hidratação, muito importante para quem deseja chegar ao fim desta maratona em boas condições, partimos para os tintos.

Dentre as múltiplas ofertas, destacamos estes dois vinhos de talha, ou ânfora, uma tradição alentejana que está ressurgindo com força total:

O Tinto da Talha 2017, da Roquevale, foi elaborado a partir das castas Trincadeira, Castelão (Periquita) e Aragonez. Interessante, mas um pouco jovem. Necessita de mais alguns anos em cave.

O Art.Terra Amphora 2017 é proveniente das castas Aragonez, Moreto e Trincadeira. Mais complexo que o anterior, pode se beneficiar de mais alguns anos de guarda.

Os destaques finais vão para três tintos que chamaram a nossa atenção:

– O “flight” da José Maria da Fonseca. Nossa preferência recaiu sobre o bom José de Souza Mayor, elaborado com 60% Grand Noir, 30% Trincadeira e 10% Aragonês.

– Herdade de São Miguel, Escolha dos Enólogos 2015, o melhor vinho provado nesta tarde. Um equilibrado corte de Alicante Bouschet, Touriga Franca e Touriga Nacional.

– A melhor relação custo x benefício ficou com o Porta da Ravessa 2016, corte elaborado com Alicante Bouschet, Touriga Nacional e Syrah. Muito equilibrado, fácil de beber e com um custo muito convidativo. Perfeito para o dia a dia.

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: um dos bons brancos que provamos nesta degustação.

Pousio Reserva Branco

Cor palha esverdeada intensa. Aroma complexo e expressivo com notas de lima e boa sustentação. Na boca é denso, untuoso e encorpado. Persistente, termina macio, sem amargor.

Harmonização: frutos do mar, peixe fresco grelhado, carnes brancas.

Compre aqui: www.cavedor.com.br

Um equilíbrio muito delicado

Vivemos uma era de grande competitividade, em todos os aspectos. Em lugar de usar expressões como “estou vivendo” deveríamos assumir imediatamente que, na verdade, “estamos competindo”.

A evolução tecnológica, que entrou e se instalou definitivamente no nosso modus vivendi, contribui enormemente para esta mania de registrar e publicar, nas redes, tudo o que acontece conosco ou em torno de nós. As selfies que o digam.

No mundo do vinho não é diferente. A principal rede social dos vinhos, Vivino, tem como pano de fundo uma velada disputa por quem bebe e melhor avalia vinhos. Junte-se a isto a turma dos ‘foodies’ que fotografam tudo que estão comendo e publicam no Instagram, Pinterest ou Facebook, e temos um quadro completo.

Mas é preciso ter muita harmonia nestas escolhas, um equilíbrio muito delicado que vai envolver tradição, modernidade e inovação.

Imaginem-se numa situação típica: mesa de um bom restaurante, pratos de carne são encomendados e você, encarregado de escolher um vinho, decide por um correto e tradicional Cabernet. O Sommelier torce o nariz e lhe sugere uma outra opção, um Tannat, por exemplo, que nem entra na sua lista particular de vinhos “entornáveis”.

E agora José?

Você escolhe o que está acostumado e gosta ou arrisca descobrir novos paladares?

Transitar por esta tênue linha entre o que o consumidor gosta, o que a tradição sugere e o que profissionais do ramo aconselham, é uma das situações de maior complexidade enfrentadas por um apreciador de bons vinhos e boas comidas. Um assunto tão importante que transcendeu a linha do horizonte e se tornou linha de pesquisa em respeitadas escolas, como a Michigan State University (MSU).

Pesquisadores desta instituição de ensino resolveram provar, cientificamente, a teoria proposta pelo Mestre de Vinho (MW) Tim Hanni, na qual ele considera que as nossas preferências por determinados vinhos decorrem de fatores genéticos e ambientais e que o que chamamos de gosto (alimentos e bebidas) se modifica ao longo do tempo, de acordo com as experiências que cada um vive.

Hanni definiu quatro categorias ou Vinhotipos:

Doce – pessoas muito exigentes na escolha de seus vinhos, assim como em outros aspectos de sua vida. Preferem vinhos mais adocicados, leves e menos alcoólicos. Gostam de bebidas gaseificadas e sal não é um problema. Um grande contingente feminino se enquadra nesta categoria.

Hipersensível: indivíduos ainda bastante exigentes quanto as suas escolhas, mas com a mente aberta para novas experiências, desde que não seja nada muito exótico. Aqui se enquadram pessoas que reclamam de sons muito altos ou locais muito quentes ou muito frios…

Sensível: compõem a turma do equilíbrio e da moderação, principalmente na escolha de seus vinhos. Passeiam por todo o espectro disponível. São as pessoas flexíveis, com um espírito livre e mais relaxadas.

Tolerante: aqui se enquadram aqueles que preferem vinhos intensos em cor, aroma, sabor e corpo. Nada de “vinhozinhos”. São pessoas que decidem e pensam de forma linear. Não se desviam de seu curso. Preferem café forte e queijos com sabores acentuados.

A pesquisa observou os padrões de consumo e as preferências por alimentos e bebidas de um grupo de adultos. Os voluntários participaram de exercícios de degustação de forma individual e em grupo.

Os resultados foram animadores a ponto de os pesquisadores conseguirem prever a preferência vínica de um indivíduo, baseado apenas nos seus hábitos alimentares.

A conclusão do pesquisador chefe, Dr. Carl P. Borchgrevink, Ph.D, foi:

“O cliente (de um restaurante) deve optar pelos seus vinhos preferidos em detrimento das sugestões oferecidas por um Sommelier”.

O autor da teoria, Tim Hanni, acredita que quem manda é o palato de cada um.

“Não se deixe intimidar por ofertas fora de sua zona de conforto. Um bom Sommelier deve lhe perguntar qual é a sua preferência”.

Gerou polêmica, obviamente…

Para descobrir em qual é o seu Vinotipo, façam o teste neste site. A tradução para português não é das melhores.

https://www.myvinotype.com/pt-br/

(entre com Facebook, G+ ou cadastro no site, gratuito)

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: a estação é boa para os rosados. Este vem numa bela garrafa.

Côtes de Provence Royal Saint Louis Blason Rosé 2015

Com a cor brilhante de pêssego-rosa, possui aroma doce e elegante, com notas frutadas e florais. O paladar é estruturado, amplo e equilibrado. Imperdível.

Harmonização: Antepastos, Embutidos e Frios, Pão ou Torrada com Pastas Diversas, Salada de Legumes, Caldeiradas ou Sopas com peixes, crustáceos e maiscos, Paella.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

Escolher um Vinho é uma Arte!

Cada enófilo tem sua técnica para escolher um vinho. Seja numa loja especializada, num supermercado ou mesmo na carta de vinhos dos bons restaurantes.

Os métodos são muitos, abrangendo desde um bonito nome no rótulo, até os famosos pontos, atribuídos por algum crítico renomado. Passam, ainda, pela forma e peso da garrafa, cor, selos de premiação em concursos, tipo de fechamento e outros detalhes mais cosméticos.

Os mais experientes partem para as análises técnicas, casta, safra, região produtora, vinícola e Enólogo. Examinam minuciosamente o conteúdo de rótulo e contrarrótulo, e conversam animadamente com vendedores e Sommeliers. Na era dos smartphones, uma consulta nas principais redes de informações sobre vinhos é fundamental. Só então decidem.

Ufa! Chega a ser cansativo.

Quem está certo e quem está errado?

Não existe um consenso aqui: ninguém está certo ou errado.

Todos vamos cometer algum engano num determinado momento. Minimizar a possibilidade de errar é o ponto deste texto.

Muitos compradores preferem buscar inspiração para sua compra passeando pelas prateleiras de uma loja ou mercado. Nem sempre os resultados compensam. O melhor é sair de casa com uma ideia preconcebida. Visite algumas lojas on-line, se informe sobre o preço final (some o frete) e depois viste as lojas físicas.

Uma dica que vale ouro, nos dias de hoje, é não dar muita importância aos vinhos que recebem aqueles selinhos mostrando sua mais recente premiação. Há tantos concursos e julgamentos que qualquer vinho é capaz de receber um prêmio. Basta se inscrever no evento certo.

Numa recente avaliação realizada por uma grande revista especializada, das 10 mil amostras enviadas, 7 mil foram premiadas. São vinhos ótimos, ninguém duvida disto. Mas alguns pequenos e bons produtores simplesmente não têm o tempo e nem os recursos para participar destas avaliações. Muitas vezes seus vinhos são bem superiores aos “medalhados”. Pensem nisto.

Fugir do óbvio é outra técnica que exige um pouco de desprendimento por parte do comprador, com um efeito colateral muito desejável: amplia-se o nosso leque de conhecimentos.

Se Malbec é a sua casta favorita, deixe-a de lado e experimente outros vinhos da Argentina: Cabernet Franc, Tempranillo e Cabernet Sauvignon.

Viciou em Carménère? O Chile tem outras opções fantásticas, Syrah e Carrignan, um dos segredos mais bem guardados daquele país.

Este truquezinho pode ser aplicado para qualquer casta, origem, produtor, etc…

Só toma vinhos tintos?

Está na hora de experimentar, incondicionalmente, os brancos e rosados.

Claro, tem a turma do Espumante nem pensar ou “isto é bebida feminina”.

Sem deixar de lado o fato que as damas apreciam uma borbulha, é bom você abrir os olhos: elas têm sempre razão!

Para arrematar este punhado de ideias, vamos falar um pouco sobre o preço.

Sempre é saudável reservar um determinado valor para gastar na compra dos nossos vinhos. Isto vai deixar de fora toda aquela gama de vinhos caríssimos que, por esta razão, ficaram fora de propósito.

Não arrisquem comprá-los, principalmente no nosso país. Será quase impossível decidir quando e com quem vamos degustá-los. Se demorar muito, vamos provar um vinagre, e muito caro.

Por outro lado, dar uma afrouxada eventual no orçamento pode trazer resultados muito bons. Se o seu limite é 100 reais, experimente gastar mais 20% ou 30% numa próxima garrafa.

Depois conta o resultado aqui para a gente. Os comentários e o contato por e-mail estão sempre disponíveis.

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: uma ótima compra, é claro.

Mi Terruño Tempranillo 2015

Este vinho argentino apresenta cor rubi e brilhante. Aromas de frutas frescas como cereja e framboesa. Na boca é equilibrado, frutado e com longo final.

Harmonização: Fondue de Queijo, Berinjela grelhada, Queijo Minas Curado, Risoto com Carne e Embutidos, Iscas de Filé, Provolone, Atum com pimentão e Pizza com Embutidos.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

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