Categoria: Harmonização (Page 2 of 13)

Para ter sempre à mão

Não é preciso muita coisa para nos tornarmos bons enófilos. Para começar, não somos Sommeliers, como alguns preferem se colocar. Há uma enorme diferença entre estes adjetivos: um é o que convencionou chamar de profissional. Nós, meros mortais, somos amadores.

Enquanto os profissionais são quase que obrigados a seguir regras estritas, os Enófilos desfrutam de um enorme grau de liberdade, o que torna nossa vida muito mais divertida: podemos errar, sem sentimento de culpa!

Como tudo na vida, também temos limites. Alguns são muito elásticos, outros são mais restritos.

Uma das delícias de sermos Enófilos competentes é receber bem os amigos. Mas, algumas das tais regrinhas rígidas devem ser seguidas.

A mais importante é estarmos sempre preparados para servir vinhos que agradem a todos. Esteja nossa adega cheia de bons vinhos, ou não, é preciso nos certificamos se temos, em estoque, alguns vinhos que podem funcionar como coringas.

Alguns exemplos:

– Um espumante Brut.

Embora seja um senso comum só abrir uma garrafa destas numa grande data, a verdade é que não há nada melhor do que começar uma reunião, por mais informal que seja, com uma taça de espumante.

Este gesto não prepara só as papilas gustativas para o que vem a seguir, vai ditar o clima do encontro. Todos os convivas vão se sentir especiais ao serem recebidos assim.

– Um vinho branco fresco, aromático e saboroso.

Este é um tipo de vinho que agrada a gregos e troianos. Não tem como errar, principalmente em dias mais quentes. O difícil é escolher entre Alvarinho, Pinot Grigio, Vermentino ou Sauvignon Blanc.

– Um tinto de corpo médio, macio e aromático.

São muitas opções, destacando-se alguns tintos italianos como o Chianti e o Montepulciano d’Abruzzo. Outras opções seriam os vinhos da casta Mourvèdre ou Monastrell, Cabernet Franc e Malbec.

Muito versáteis em termos de harmonização, acompanham os nossos salgados de festa, massas e pratos mais robustos.

– Um vinho de sobremesa.

Nesta categoria não faltam opções. Começam nos tradicionais fortificados, Porto, Madeira e Jerez etc., passam pelos colheita tardia, tão populares na América do Sul e chegam nos nossos deliciosos e refrescantes espumantes da casta Moscatel.

O grande senão é que nunca nos lembramos sequer de oferecê-los. São perfeitos para acompanhar todo tipo de sobremesas e tranquilizar o nosso palato.

Mais uma sugestão: não precisam ser vinhos caros e de alta gama. Uma das outras liberdades que temos, como bons Enófilos, é poder transitar na faixa média de preços. Tem muita coisa boa, e barata, para ser descoberta.

Saúde e bons vinhos.

Dica da Karina – Cave Nacional

Suzin – Montepulciano 2021

A Vinícola Suzin, pioneira no plantio de uvas na região de São Joaquim iniciou suas atividades em 2001, fundada pelo patriarca da família Zelindo Melci Suzin e por seus filhos Everson e Jeferson Suzin. As variedades cultivadas são Cabernet Sauvignon, Merlot, Sauvignon Blanc, Pinot Noir, Montepulciano, Petit Verdot, Cabernet Franc, Malbec e Rebo. A pequena produção permite tratamento diferenciados nas vinhas, como desfolha, condução dos ramos, seleção de cachos, raleio de bagas, tratos culturais específicos e colheita manual, o que permite entregar produtos de qualidade e excelência.

O Suzin Montepulciano 2021 possui tonalidade vermelha com reflexos púrpuras, profundo e límpido. Apresenta aroma de frutas vermelhas como cereja e framboesa, toque de pimenta rosa e chocolate amargo. Paladar com taninos marcantes e acidez agradável e grande persistência.

Possui potencial de guarda de 15 anos. Harmoniza bem com carnes marcantes como cordeiro, frescal serrano, carne suína e picanha grelhada. Acompanha bem queijos pecorino, grana padano e gouda.

A Cave Nacional envia para todo o Brasil.

CRÉDITOS: Imagem de abertura por BoszyArtis no Adobe Stock

Spaghetti e molho de tomate harmoniza com Merlot?

São ingredientes simples e corriqueiros. De um lado uma tradicional combinação da culinária italiana. Do outro, um dos mais populares vinhos da região de Bordeaux.

O que poderia dar errado?

Existem diversas maneiras de olhar para esta combinação. A mais simples delas, entender que isto é apenas um embate entre Itália e França, talvez não seja o melhor ponto de partida.

Comecemos pelos tomates, cuja acidez obtida no molho será a peça-chave para equilibrar esta harmonização: não são genuinamente italianos.

Foram trazidos para a Europa no século XVI, pelos conquistadores espanhóis. A então exótica planta, originária das Américas central e do sul, se adaptou perfeitamente em solos italianos e espanhóis.

O macarrão tampouco é 100% italiano. Apesar da lenda que mistura China e Marco Polo, a “pasta”, inclusive nos formatos longos, tem suas verdadeiras origens fincadas no povo árabe.

Já o encontro que resultou no prato em questão, só foi acontecer no final dos anos 1800, na região da Campanha, provavelmente em Nápoles ou Avelino. Coube a um famoso cozinheiro, Ippolito Cavalcanti, publicar a primeira receita desta delícia em 1837: ”vermicelli al pomodoro”.

O nosso caldeirão cultural começa a ferver.

Sobre o vinho, não há dúvidas com relação às origens da casta Merlot: é francesa. Mas ela se difundiu pelo mundo afora e hoje é a segunda uva mais cultivada por produtores de vinho. Existem mais de 40 estilos destes vinhos.

Isto torna a nossa harmonização um pouco mais complicada: não é qualquer Merlot que vai dar certo.

O caldeirão, agora, está em franca ebulição.

Apesar de ser cultivada por toda a Itália, onde produz alguns grandes vinhos, esta combinação não seria a primeira escolha de um nativo.

Levando em consideração as características muito aromáticas deste prato, por conta do “basílico”, a acidez do molho e o perfil levemente adocicado do macarrão, a escolha ideal seria um vinho branco seco, muito aromático e saboroso, fresco, delicado e sedoso, para equilibrar a acidez e harmonizar com o espaguete.

Como esta receita se originou na Campanha, o clássico Fiano di Avellino é a indicação número 1.

Outras possibilidades entre os brancos: Greco di Tufo, Verdicchio dei Castelli di Jesi DOC, Frascatti Superiore Secco e Soave Superiore.

Existem algumas possibilidades entre os tintos: Chianti Classico DOCG, Barbera d’Asti DOCG e Dolcetto d’Alba DOC.

Todos italianíssimos; e o nosso Merlot não entrou nesta pequena lista. Para descobrirmos se existe uma combinação possível com ele, precisamos avaliar alguns diferentes perfis de produtores ao redor do mundo.

Bordeaux é a referência. São vinhos bem estruturados, com taninos presentes, mas domados, com notas mais terciárias: tabaco, alcatrão, madeira. O mesmo pode ser dito, com pequenas variações, sobre os elaborados na Itália e no Chile.

Um outro estilo, apelidado de “vinho de clima temperado”, é o encontrado nos vinhos da Argentina, Califórnia e Austrália. São muito frutados, com taninos sedosos, corpo médio e uma acidez desejável. Fáceis de degustar e uma boa opção para esta harmonização.

Um destaque especial para os nossos Merlot. Embora ainda não sejam reconhecidos internacionalmente, são vinhos com boa personalidade e bem adequados para acompanhar pratos com base em molho de tomates. (vejam a dica de hoje)

Quem diria que tem tanta história por trás de um “simples” Espaguete ao Molho de Tomate”.

Saúde e bons vinhos!

A nossa querida parceira, Cave Nacional, está completando 10 anos. Para comemorar está lançando um vinho, o Decave, e promovendo diversas Masterclasses sobre o vinho nacional.

Acessem o site para saber mais. Cave Nacional Degustações

Dica da Karina – Cave Nacional

Berkano – Merlot Barricas 2022

O projeto da Berkano Premium Wines começou há 10 anos, com estudos de mercado, parcerias e castas. Foi gestado com personalidade e total destaque para a tipicidade da região. Os rótulos produzidos pela vinícola são resultado da maturidade, do tempo e do estudo: uma homenagem ao terroir da Serra Gaúcha. A vinícola possui receptivo em Pinto Bandeira.

O Berkano Merlot Barricas safra 2022 amadurece por 12 meses em barricas de carvalho francês e americano. De cor vermelho rubi, apresenta um equilíbrio entre a fruta e a madeira, com aromas que remetem a cereja, ameixa, framboesa, mentol, baunilha, chocolate, café, caramelo, tostado, especiarias e tabaco.

Na boca, é um vinho macio, redondo, encorpado e persistente, com taninos suaves e acidez moderada. Harmoniza perfeitamente com carnes vermelhas, massas com molhos vermelhos ou cremoso, queijos maduros e pratos condimentados.

A Cave Nacional envia para todo o Brasil.

CRÉDITOS: Imagem de abertura obtida por IA

Este é um Prosecco?

A questão que nos foi proposta era um pouco mais sofisticada: “O que é um Prosecco Satèn?”.

Para não deixar nenhuma dúvida, vários esclarecimentos são necessários, o primeiro é uma resposta direta: isto não é um Prosecco, é um Franciacorta.

Ambos são vinhos espumantes, cada um deles de uma diferente região produtora, com regras bem específicas sobre como devem ser elaborados, castas permitidas e, até mesmo, o que deve ou não constar dos rótulos.

Os Proseccos, da região do Veneto, são vinificados preferencialmente pelo método Charmat, com a casta Gelera (mínimo de 85%). As outras variedades aceitas são a Pinot Bianco, a Pinot Grigio e a Chardonnay. Para o rosado, usam a Pinot Nero.

A região de Franciacorta, na Lombardia, próxima à cidade de Brescia, tem uma tradição vinícola muito antiga. As primeiras referências datam de 1277. Naqueles idos, os vinhos não se chamavam “Franciacorta” e nem eram espumantes. Historiadores admitem que este nome derivaria de “francae curtes”, algo como cidades sem impostos, “zonas francas”.

O primeiro espumante ali produzido foi em 1961, por insistência de um jovem Enólogo, Franco Ziliani, que trabalhava para a Casa Berlucchi. O sucesso foi total. Em pouco tempo, mais de 10 produtores lançaram suas versões deste vinho borbulhante.

As regras de produção são bem diferentes das usadas no Veneto. Aqui, as castas permitidas são a Chardonnay (85%), a Pinot Nero (10%) e a Pinot Bianco (5%). Somente para a elaboração do Rosé, usam a Pinot Nero (15%), vinificada separadamente.

O método, obrigatório, é o tradicional, com a segunda fermentação em garrafa. O mesmo utilizado em Champagne.

São vários estilos permitidos, com diferentes graus de doçura: Dosagem zero, Nature, Extra Brut, Brut, Extra Dry, Sec e Demi-sec.

O estilo denominado Satèn tem uma regra particular. Esta palavra, que em italiano, significa “Seda” ou “Sedoso”, tem tudo a ver com o resultado. O que se busca é um vinho mais cremoso, com um perlage bem suave e um teor alcoólico mais baixo.

Será, sempre, um “Blanc des Blancs”, Brut, elaborado a partir de Chardonnay e Pinot Bianco. A pressão atmosférica, dentro da garrafa, deve ficar em torno de 4,5 atm. Os Franciacorta normais, bem como os Champagne e outros espumantes, chegam a 6 atm.

Estas características, que o colocam numa categoria muito especial, abre um interessante leque de harmonizações: risoto de aspargos e radicchio, sushi, pratos de arroz com frutos do mar, frituras leves de vegetais ou carnes brancas, presuntos curados ou crus, além de queijos não maturados.

Pode ser servidos como um aperitivo, preparando as papilas gustativas para outras delícias.

Sua coloração tende para o amarelo palha, com reflexos esverdeados. O perlage é muito fino e delicado, trazendo uma sensação sedosa no palato. Aromas de frutas maduras, flores brancas, amêndoas e avelãs. Muito equilibrado com boa acidez.

Saúde e bons vinhos!

Entendendo o vinho Madeira

Num recente encontro para degustar vinhos, na abertura, servimos um belo Madeira, o Blandy’s 5 anos, Verdelho, demi-sec.

Normalmente, o vinho inicial é um branco, seja tranquilo ou espumante. Desta vez, resolvemos inovar. Alguns dos confrades nunca haviam degustado este outro fortificado português, muito versátil.

Estava deliciosos, mas o comentário geral era: “parece um Porto”.

Isto chamou a nossa atenção, afinal, existem marcantes diferenças entre um e outro. Embora estejam dentro de uma mesma categoria, a dos fortificados, são produtos de origens e estilos bem diferentes.

Aqui estão algumas destas características, que nos permitem identificar um Madeira:

1 – São vinhos de uma região demarcada, a ilha da Madeira, não sendo possível produzi-lo em nenhum outro local;

2 – As principais castas utilizadas são as brancas, Sercial, Verdelho, Malvasia e Boal, além da Tinta Negra. Sua coloração tende a ser mais clara.

3 – No processo de amadurecimento destes vinhos, é adotada a técnica de “estufagem”: os cascos de madeira de carvalho são mantidos em ambientes aquecidos e muito úmidos, permitindo, deliberadamente, uma oxidação do produto. Isto se traduz numa maior complexidade.
Como referência, outros vinhos, inclusive o Porto, são mantidos em caves frias durante este período.

4 – São quatro estilos básicos, caracterizados pela casta principal: Sercial (seco), Verdelho (demi-sec), Boal (meio doce) e Malvasia (doce).

5 – Em comparação direta com o vinho do Porto, os Madeira apresentam uma maior acidez, por conta dos solos vulcânicos onde as uvas estão plantadas. Um bom Madeira tem um equilíbrio perfeito entre este fator e sua doçura.

6 – Em termos de aromas e sabores, a paleta predominante fica entre frutas secas ou tostadas, figos, casca de laranja e notas cítricas. A título de comparação, os vinhos do Porto mostram frutas negras ou vermelhas, chocolate, canela, ameixa etc.

7 – Madeira e Porto apresentam teor alcoólico mais alto que os vinhos tradicionais, ficando entre 16º e 21º. Bebam com moderação.

8 – Os Madeira são considerados “eternos”. Mesmo depois de abertos, se bem armazenados, duram entre 6 meses e um ano.

9 – As garrafas de Madeira devem ser guardadas na vertical, ao contrário das de vinho do Porto, que devem permanecer deitadas.

10 – Com relação a harmonização, estes vinhos são muito versáteis. Seus quatro estilos básicos nos permitem uma ampla escolha de alimentos e formas de cocção: queijos, peixes e frutos do mar, vegetais, charcutaria, aves e algumas carnes vermelhas.

O Madeira consegue preencher algumas lacunas, na gastronomia, que outros vinhos têm dificuldades em satisfazer. Por exemplo, alcachofras, aspargos, pratos picantes e até mesmo a complexa culinária asiática.

Saúde e bons vinhos!

Dica da Karina – Cave Nacional

Dom Bernardo – Gradevole Pinot Noir 2022

A Vinícola Dom Bernardo é uma empresa familiar iniciada em 2013. Atualmente produz em torno de 20.000 garrafas anuais. Sua história inicia no final do século XIX, quando o patriarca da família, Bernardo Batistelo, deixou para trás sua querida Itália, partindo da região do Vêneto em busca de uma nova oportunidade. Foi com a segunda geração da família que, em 2008, a família iniciou o processo de melhoramento das videiras e dedicação à produção de vinhos nobres.

O Dom Bernardo Gradevole Pinot Noir 2022 possui maturação de 8 meses em barricas de carvalho francês de primeiro uso. De coloração rubi clara, límpido e brilhante, no nariz apresenta notas de frutas vermelhas maduras, como morango maduro e groselha vermelha. Também especiarias discretas e elegantes, como cravo-da-índia e anis estrelado, além de baunilha proveniente da barrica de carvalho. Notas de tostado, defumado e chocolate intenso. Após aerar por cerca de 30 minutos, surgem notas de goiabada cascão.

Um vinho seco, de médio a encorpado, com acidez média para alta. Tanino presente e maduro, álcool alto mas bem integrado com a concentração de corpo e fruta. Final persistente e quente.

A Cave Nacional envia para todo o Brasil.

Fondue e vinho – queijo, carne e chocolate

O tradicionalíssimo Fondue de Queijo é considerado o prato nacional da Suíça. Uma cativante mistura de queijos, como Gruyère e Emmental, com vinho branco e alguns temperos, pacientemente derretidos numa panela chamada de “caquelon”, que fica repousada sobre um pequeno fogareiro, o “réchaud”, que a mantem aquecida.

Os comensais fazem uso de longos espetos, nos quais colocam pedaços de pão que serão são mergulhados no queijo fundido. Uma das boas coisas que o clima mais frio nos proporciona.

Literalmente, “fondue” significa derretido e se aplica perfeitamente ao queijo. Mas foi o uso do “coquelon” que expandiu o seu significado. Em diversas culturas vamos encontrar diferentes variações deste tipo de receita.

Um “fondue” de carne não derrete nada, apenas cozinha nacos de carne em óleo quente nesta curiosa panela.

O de chocolate seria um dos que mais se aproximam da receita tradicional: pedaços de frutas são mergulhados numa calda de chocolate derretido, na mesma panelinha.

Vinho é a bebida ideal para acompanhar qualquer destas formas de fondue. Nada de cervejas ou destilados, embora um deles, o Kirsch, seja usado no fondue de queijo.

Nesta receita, o vinho branco é quem vai unir os dois ou mais queijos que serão mesclados. Manda a regra da boa vizinhança, que este vinho seja um típico branco suíço, da pouco conhecida casta Chasselas: encorpado, seco e frutado.

Sauvignon Blanc, Riesling, Chardonnay e o exótico Gewurztraminer são ótimas alternativas.

Entre os tintos, prefiram os mais leves: Pinot Noir (velho mundo) ou Gamay.

Vinhos rosados e espumantes secos completam o quadro.

O fondue bourguignonne (carne) deve ser acompanhado por um tinto. Existe um bem diversificado leque de opções que transitam desde os mais leves, como os já citados, até vinhos encorpados como Tannat, Cabernet Sauvignon ou Syrah. O tipo de carne, o gosto pessoal e os molhos que acompanham são os fatores que vão definir a melhor escolha.

Vinhos mais gastronômicos como Merlot ou Cabernet Franc, com taninos macios e pouco “madeirados” são opções seguras.

Para o “Fondue au Chocolat” há uma escolha quase unânime: Vinho do Porto, Ruby ou Tawny. Esta é uma fórmula clássica, sempre deliciosa.

Vinho Madeira, Moscatel de Setubal, Jerez (doce) e o Banyuls são opções sempre bem apreciadas.

Para uma combinação mais exótica, um belo tinto, bem frutado e encorpado pode ser uma interessante escolha. Neste caso, o chocolate usado no fondue deve ser do tipo amargo ou meio amargo. Pensem em Malbec, Primitivo (Zinfandel) ou um Chianti.

Já lembraram onde esconderam aquela panelinha que ganharam de presente de casamento?

Está na hora de usá-la.

Saúde, bons vinhos!

Dica da Karina – Cave Nacional

Cave Nacional – Marcelão Corte 2

Em parceria com a Vinícola Cave Antiga, a Cave Nacional lança, nesta semana, o 2º corte do seu Marcelão. Um blend exclusivo com 80% Marselan safra 2023 com 6 meses de maturação em carvalho francês e 20% Tannat safra 2022 com 17 meses maturação em carvalho francês.

Coloração intensa e profunda. Aroma típico de frutas maduras, especiarias destacando notas de baunilha de intensidade média e toques de tostado pela passagem por carvalho francês. Excelente estrutura e taninos de média intensidade devido ao caráter do corte do Marselan com o Tannat, bem adaptado às condições de solo e clima da Serra Gaúcha.

A Cave Nacional envia para todo o Brasil.

CRÉDITOS: Imagem de freepik

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