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E se a Copa fosse disputada com Vinhos?

Seleções de rótulos e Sommeliers no lugar dos técnicos. As partidas seriam disputadas em belas mesas com representantes das diversas culturas enogastronômicas. Esta seria uma bela Copa.

Uma das expressões mais antigas do nosso popular esporte, “Futebol é uma caixinha de surpresas”, pode ser facilmente adaptada para: Cada garrafa é uma caixinha de surpresas…

Deixando a imaginação correr solta, podemos traçar um paralelo entre as seleções que disputam e as que não se classificaram, com o mundo do vinho, criando uma competição imaginária onde povoam craques, cartolas e pernas de pau, entre outros jargões para lá de manjados.

Para começo de conversa, alguns favoritos ficaram de fora: a fortíssima Itália, com seu reconhecido time onde despontam Barolo, Chianti, Brunello e muitos outros. Daqui da América do Sul, um dos grandes deste esporte vínico, o Chile, nos deixou sem os seus reconhecidos Sauvignon Blanc, Cabernet Sauvignon e o polivalente Carménère. Outra seleção, que embora não seja uma candidata ao título máximo do esporte bretão, sempre é franca favorita no escrete de vinhos, com jogadores de alto nível: EUA. Nesta edição, não contaremos com estrelas do porte de Zinfandel, Chardonnay, Cabernet Sauvignon e Pinot Noir.

Mas há uma turma de peso que está, pelo menos, disputando esta primeira fase.

França: uma das grandes. Múltiplos craques que nunca desapontam: Bordeaux, Pinot Noir, Chardonnay, Champanhe, GSM, etc…

Espanha e Portugal: duas seleções de peso que representam toda a gama de castas autóctones da Península Ibérica. Os dois times estão na ponta dos cascos e têm surpreendido o resto do mundo nos mais variados concursos de vinho. Destaques para Tempranillo, Mencia, Garnacha e Jerez, pela Espanha; Touriga Nacional, Castelão, Alvarinho e Porto, defendendo Portugal.

Alemanha: um time fortíssimo prematuramente eliminado. Nesta copa não teremos Riesling, Gewürztraminer, Sylvaner…

Uruguai e Argentina: dois dos melhores representantes sul-americanos. De um lado Tannat, do outro Malbec. Mas não ficam só nisto. Impossível ignorar os Cabernet Franc e Torrontés argentinos e os Sauvignon Gris e Sauvignon Blanc uruguaios. Olho neles, podem facilmente chegar ao título máximo.

Brasil: está muito bem representado pelos excelentes espumantes que produz. Na linha defensiva temos bons Merlot, Tannat e até umas castas portuguesas.

Austrália: a terra dos Shiraz é outro time interessante. Parece que não vai passar da fase inicial. Pena. Para sorte dos apreciadores, esta relevante casta pode aparecer em outras seleções.

Sérvia e Croácia: ótimos vinhos de ambos países, com potencial para enfrentar qualquer das seleções favoritas. A Sérvia já deixou a competição, mas a Croácia entra em campo com Grasevina, Plavac Mali, Frankovka, entre outros. Pode aprontar.

México: uma surpresa. Um time que volta a surpreender no cenário dos vinhos depois de muitos anos de esquecimento. Sua seleção é formada com as uvas clássicas europeias, nada de muita inovação, mas um time sólido. Vale a pena descobrir mais.

Para terminar, algumas seleções que estão mais para a lanterna do que outra coisa, embora produzam bons vinhos.

Suíça: a casta Chasselas é a mais conhecida. Elaboram vinhos com quase todas as grandes castas europeias. Pequenas produções apenas.

Inglaterra: embora seja um dos maiores consumidores da nossa bebida favorita, sua produção está mais para time de várzea. Alguns espumantes e vinhos brancos apenas razoáveis. São, reconhecidamente, os Cartolas do vinho.

Bélgica: pouca tradição neste ramo, mas apresenta alguns brancos de responsabilidade. Destaques para Chardonnay e Chenin.

Japão: É a terra do Sake, considerados por muitos como um vinho de arroz. Por influência dos Jesuítas, vinificam desde o século XVI. Nada significativo internacionalmente. A casta Koshu é a mais importante localmente. Cabernet Sauvignon e Merlot são outras cepas de referência por lá, com alguns resultados surpreendentes.

A próxima fase está praticamente definida. Duas disputas serão emocionantes: Tannat contra Touriga Nacional; Malbec contra Bordeaux.

Não importa o resultado, ganhamos sempre. Abra um bom rótulo de cada e comemore a vitória ou a derrota do seu time preferido.

É assim que se joga esta Copa.

Alguém arrisca um palpite para a final?

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: uma tripla homenagem. Vinho italiano, uva originária da Croácia, que é famosa nos Estado Unidos.

Primitivo di Manduria DOC Mottura 2015

Cor é vermelho intenso tendendo a violeta. Sua fragrância é jovem, quente e intensa. Já o seu gosto é rico em sabores, aveludado e harmonioso.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

Tudo Começa no Vinhedo!

Esta é a máxima dos produtores de vinho. Agrônomos, Enólogos, produtores amadores, negociantes e quem mais trabalhar neste segmente estão sempre com esta ideia na cabeça. De nada adianta ter uma moderníssima e tecnológica vinícola se a matéria-prima não for de excelente qualidade.

O trabalho de campo é intenso, começando pela escolha do terreno, a combinação com o microclima, e a correta orientação. Mais tarde é preciso decidir sobre sistemas de condução, irrigação, tratamentos, culturas que possam ser feitas em paralelo, proteção contra intempéries, poda…

Mas todos concordam que o pronto crucial neste enorme universo é decidir a hora da colheita. Garanto que é uma boa encruzilhada, daquelas que nos fazem recordar o grande poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade:

“E agora José”?

Mais trabalho pela frente e muita gente envolvida.

A rotina básica é coletar amostras, testá-las no campo, ensaiar em laboratório, e provas subjetivas o que envolve um grande conhecimento prático decorrente de vários anos de erros e acertos.

Uma escolha fundamental é decidir de quais parreiras serão retiradas as amostras. Uma regra básica sugere 50 videiras por hectare. A seleção destas plantas pode significar sucesso ou fracasso.

Na busca pelo ponto ideal de maturação, os bagos serão pesados e passarão por diversos ensaios físicos e químicos para determinar os prováveis valores de importantes parâmetros como teor alcoólico, acidez, antocianinas, compostos fenólicos (índice de Folin-Ciocalteu) e flavonoides, que vão indicar a possível coloração final do vinho. Até as borras e bagaços serão avaliados nesta etapa.

O conhecimento empírico dos Agrônomos e Enólogos, é fundamental, resultado de toda a sua experiência. Observam detalhes como a coloração das películas, a facilidade de desprendimento do bago e a sensação tátil e gustativa do mosto.

Muitas vezes a data da colheita (safra), que vai se refletir nos rótulos de vinhos famosos, é decidida desta forma subjetiva. A experiência é arma mais poderosa que a tecnologia.

E você achou que era fácil!

Saúde e bons vinhos.

Vinho da Semana: um belo ‘caldo’ italiano.

Cantina Tollo Biologico Montepulciano D’Abruzzo D.O.P 2016

Apresenta cor rubi intensa com reflexos violetas. Revela aroma de frutas
vermelhas frescas e toque de alcaçuz. No paladar é bem estruturado e macio,
com taninos suaves.

Harmonização: Assados, Salsichas, Queijos meia cura e cremoso, rosbife, massa ao funghi,
terrinas e patês de fígados de frango.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br


NOVA DATA – VINHO NA VILA BELO HORIZONTE (*)

O Vinho na Vila, evento itinerante que irá acontecer no bar Benfeitoria, na rua Sapucaí, foi remarcado: a nova data é o fim de semana de 17 a 19 de agosto.

A boa notícia é que a festa ganhou dia extra – a sexta-feira, dia 17/8 –, mais uma oportunidade para provar cerca de 200 rótulos nacionais e de pequenos produtores, com duas horas livres de degustação.

Divulgado por:
Mayra Lopes | Doizum Comunicações
[email protected]
+55.31.9.9795.0364 | +55.31.3889.0364
Rua Antônio de Albuquerque, 377, sl. 8, Savassi, BH, MG
www.doizum.com | facebook.com/DoizumCom

(*) parece que estes eventos estão fadados a terem problemas de organização…

Em Pé ou Deitada?

Mais um mito, ou melhor ainda, um dogma do mundo do vinho está caindo por terra: armazenar as garrafas de vinho na posição horizontal, mantendo a rolha de cortiça sempre úmida.

Segundo um estudo publicado em 2005 pelo Australian Wine Research Institute, que permaneceu obscuro por um longo tempo, este mito seria uma “bobagem”.

A pesquisa acompanhou, por um período de 5 anos, a evolução de um Riesling e um Chardonnay que passou por madeira. As garrafas receberam diversos tipos de fechamento, como tampa de rosca, rolha de cortiça natural e artificial e até uma ampola de vidro foi utilizada. Adotou-se ambas posições de armazenamento, horizontal e vertical, em condições controladas de temperatura e umidade.

Diversos testes foram realizados ao longo deste período. Numa simplificação dos extensos resultados obtidos, os vinhos que menos perderam em qualidade foram aqueles fechados com a rolha natural, não importando a posição em que permaneceram guardados.

Surpreendente!

O principal motivo alegado para a estocagem horizontal seria evitar um eventual encolhimento ou ressecamento da rolha por não estar umedecida. Era tão importante que os principais Chateaus de Bordeaux sempre ofereceram um serviço de troca de rolha de seus principais vinhos. Mais tarde foram suprimidos em função da utilização deste trabalho para validar vinhos fraudados.

Numa recente entrevista para o site Drink Business (*), o Dr. Miguel Cabral, Diretor de Pesquisa e Desenvolvimento da Corticeira Amorim, afirmou que devido à alta umidade que existe no espaço entre o líquido de uma garrafa de vinho e a rolha, esta nunca ficará ressecada, ficando sem sentido ter que deitá-las para isto.

Foi mais longe, revelou que se a rolha ficar permanentemente em contato com o vinho, pode alterar a estrutura celular da cortiça favorecendo a sua deterioração.

De tabela, também fica meio sem sentido o controle de umidade nas grandes adegas. Segundo o Dr. Miguel, não precisam ser tão rígidos.

Mas nem tudo está perdido. Existem outras razões para dispor nossas garrafas na posição tradicional. A facilidade de manuseio é uma delas, a economia de espaço, outra. Se levarmos em conta que a maioria dos vinhos que temos em estoque estão na faixa considerada como de consumo rápido, nada disto tem uma importância considerável.

Vou continuar guardando meus vinhos do mesmo jeito que sempre fiz.

Saúde e bons vinhos, em pé ou deitados!

(*) https://www.thedrinksbusiness.com/2018/06/storing-wine-on-its-side-is-bullsht-says-scientist/

Vinho da Semana: um bom tinto, numa garrafa arrolhada

Beaujolais Villages Classic Bel Air Gamay 2014

Produzido com uvas colhidas à mão de videiras que têm idade superior a 50 anos. Estes são fatores que justificam sua alta qualidade. Seus aromas esbanjam frutas vermelhas, como morangos silvestres. Na boca mostra uma fruta deliciosa, é macio, amplo e persistente

Harmonizações: Porco com lentilhas, Presuntos e outros frios, Rins, Rosbife, Salames e outros embutidos, Steak tartar, massas com molho de tipo bolonhesa, Patês.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br


CURSOS DE VINHO

Em Recife:

O Clube VSX oferece diversos cursos regularmente. O nível básico tem nova turma começando agora no dia 19 de junho. Possui carga horária de 14 horas aula, com prova de 20 vinhos de diferentes regiões. Tem como foco demonstrar como o clima e o terroir afetam o estilo e qualidade dos vinhos. Durante as provas os participantes serão apresentados à análise técnica dos vinhos com a finalidade de padronizar a linguagem utilizada na descrição dos vinhos.

Datas: 19, 21, 26 e 28 de junho

Horário: das 19h às 22h30

Local: Casa dos Frios

Graças – Recife – PE

Professor: Tito Dias

Investimento: R$ 600,00

http://www.vsxclub.com.br/cursos-presenciais/curso-de-iniciacao-ao-vinho/


Em Belo Horizonte

O nosso parceiro, Casa Rio Verde, continua oferecendo seus excelentes cursos.

No Curso de Iniciação ao Vinho, você aprenderá como degustar os vinhos, analisando os aspectos visuais, olfativos e gustativos. Obterá uma visão crítica maior e com esse conhecimento poderá desfrutar mais e mais desse produto tão emblemático e muitas vezes mal compreendido.

O programa do curso abrange:

– Harmonização Vinho x Comida;

– Como degustar;

– Principais países;

– Climas e solos;

– Tipos de videiras e de uvas;

– Serviço do vinho;

– Degustação de 12 rótulos de estilos diferentes.

O curso acontece na Casa Rio Verde Lourdes.

Data: 25, 26 e 28 de Junho

Carga Horária: 9 horas – Segunda, Terça e Quinta-Feira (Das 19h às 22h)

Investimento: R$ 299,00

Endereço: Praça Marília de Dirceu, 104

Lourdes – Belo Horizonte

https://www.casarioverde.com.br/curso-de-iniciacao-ao-vinho-2/p


EVENTOS EM BELO HORIZONTE

ENCONTRO DE VINHOS (*)

A sexta edição da feira itinerante Encontro de Vinhos em BH acontece no Espaço Ilustríssimo, no bairro Santa Efigênia, no sábado, 16 de junho, e reúne aproximadamente 30 expositores. A vitrine inclui desde grandes importadoras, como a World Wine, até produtores independentes, como a Família Cassone, de Mendoza, na Argentina. O valor do ingresso inclui kits de 10 a 20 fichas de degustação para serem trocadas por doses nos estandes. As importadoras e vinícolas terão à disposição taças extras, a custo individual, e garrafas fechadas com preços promocionais, para serem consumidas no próprio evento ou levadas para casa. À parte, haverá também opções de gastronomia, com food trucks. A programação musical ficará a cargo do cantor belo-horizontino Fabiano Menezes, ao som de MPB e rock dos anos 1970 e 1980.

Serviço:

Data/horário: sábado, 16 de junho, das 14h às 20h

Local: Espaço Ilustríssimo (rua Maranhão, 56, Santa Efigênia)

Valores: R$ 90 (ingresso + kit com 10 degustações); R$ 110 (ingresso + kit com 15 degustações); R$ 130 (ingresso + kit com 20 degustações).

Vendas no site: encontrodevinhos.com.br

(*) este é um ótimo evento do qual sempre participamos nas edições do Rio de Janeiro. Recomendamos.


VINHO NA VILA BELO HORIZONTE 2018(**)

Data: sábado, 7 de julho, das 11h às 22h; domingo, 8 de julho, das 11h às 20h

Local: Benfeitoria (rua Sapucaí, 153, Floresta, Belo Horizonte)

Ingressos: de R$ 50 a R$ 80 (valores variam conforme lote e horário)

Compras pelo site: centraldoseventos.com.br/events/show/vinhonavila

Mais informações: vinhonavila.com.br

Redes sociais: facebook.com/vinhonavila / instagram.com/vinhonavila

(**) fazemos sérias restrições às edições cariocas deste evento. Vá por sua conta e risco…

Vinhas Velhas

Não chega a ser uma novidade, mas os rótulos contendo “Vinha Velhas”, “Old Vines”, “Vieille Vignes” ou em qualquer outro idioma, estão se proliferando e sempre é um motivo para aumentar o preço para os consumidores, mesmo que esta indicação não seja muito bem compreendida por todos.

Para começar, nem sempre podemos afirmar que um vinho elaborado a partir deste tipo de vinhas é, por si só, um vinho de qualidade diferenciada.

Vinhedos assim ainda produtivos são raros, não há dúvidas sobre este ponto, principalmente por conta da devastação causada pela Filoxera no século XIX. Nos países produtores do Novo Mundo as chances de encontrar estas parreiras centenárias são maiores.

Um outro aspecto pouco percebido pelos entusiastas deste tipo de vinho é que as técnicas de cultivo de 100 anos atrás eram muito diferentes das de hoje, inclusive quanto aos tipos castas de que estavam sendo cultivadas. Em poucas palavras, provavelmente não existem vinhedos antigos com uma única varietal. São sempre o que chamamos de “Field Blends”, várias espécies misturadas, aleatoriamente, como se encontra com bastante facilidade na Península Ibérica.

Para que fique bem claro, nem mesmo os vinhedos modernos conseguem ser 100% varietais. As parreiras são seres vivos e se adaptam, constantemente, as condições do terroir. Acabam se reproduzindo na forma de diferentes clones, num mesmo local. Esta é uma das razões de experimentarmos vinhos de uma mesma casta, elaborados em diferentes países, e encontrarmos estilos bem distintos entre si. Os clones plantados em cada região podem ter origens diversas.

Este fato nos leva a uma outra importante constatação: vinhas velhas funcionam muito bem como repositores genéticos. Ali pode estar o DNA original de uma determinada casta.

Devemos tratar estes vinhedos com todo o respeito e cuidado.

Portugal é um bom exemplo disto. Numa recente entrevista para o site The Drink Business (*), o atual enólogo e um dos proprietários da Quinta da Gaivosa, Tiago Alves de Sousa, afirmou que “Portugal é a Disneylândia dos vinhateiros”, chamando a atenção para o grande leque de castas nativas, terrenos, micro climas e idades, o que permite, em mãos competentes, criar vinhos incríveis.

Produtores apenas de vinho do Porto durante muitos anos, arriscaram seus primeiros vinhos não fortificados na década de 90. Atualmente, estes respondem por 75% de sua produção.

Cuida, com muito carinho, da principal herança desta vinícola familiar, as vinhas velhas. Conhece todo o seu potencial, mas sabe que não vão durar para sempre. Faz um replantio destas espécies dentro do mesmo estilo de field blend original, o que é um trabalho muito meticuloso e preciso. Copiando suas palavras, “o nosso futuro pode estar no nosso passado”.

Bravo Tiago!

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: um ótimo português oriundo de vinhas velhas.

Casa Santos Lima Reserva Tinto 2013 – $$$

Este vinho oferece uma excelente experiência da Região de Lisboa. Demonstra uma cor intensa e sugere aromas de frutos vermelhos maduros bem equilibrados com notas evidentes de especiarias, produzindo assim um longo e inesquecível paladar.

Premiações: Wine Enthusiast – 90 Pontos; Concours Mondial Bruxelles 2017 – Ouro; Berliner Wein Trophy 2017 – Ouro; International Wine Challenge (Tranche 1) 2017 – Ouro; Austrian Wine Challenge 2016 – Ouro; Asia Wine Trophy 2016 – Ouro.

Harmonização: Pernil suíno com batatas douradas, Medalhões à lá Grega, Filé mignon com crosta de ervas, Sopa de grão de bico com carne de porco e legumes, Cupim assado com batatas e alecrim, Queijo Tilsit, Parmigiano Reggiano.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br


Curso de Iniciação ao Vinho na Casa Rio Verde  – Belo Horizonte

O programa do curso abrange:

– Harmonização Vinho x Comida;
– Como degustar;
– Principais países;
– Climas e solos;
– Tipos de videiras e de uvas;
– Serviço do vinho;
– Degustação de 12 rótulos de estilos diferentes.

Data: 11, 13 e 14 de Junho de 2018

End: Praça Marília de Dirceu, 104 – Lourdes – Belo Horizonte

Investimento: R$ 299,00 em até 3 x

Sócios do Vinho Clube pagam R$ 209,30

Vinho do Porto 2016 – safra declarada

Para manter a tradição, o título desta matéria deveria ser “Vintage Port”, afinal, os ingleses foram os primeiros a se encantar com este precioso vinho e as garrafas de 2016 ostentarão a palavra “Vintage” em seus rótulos.

Por que a Declaração de Safra é tão importante?

Assim como o champagne, os vinhos do porto só recebem a terminologia Vintage, que equivale ao Millésimé francês, quando a safra é considerada realmente excepcional.

Quem declara isto são os produtores, cabendo ao Instituto dos Vinhos do Douro e Porto (IVDP) confirmar.

Vintage, que dizer vindima ou safra, simplesmente.

Neste ano, o primeiro produtor a declarar sua safra foi a Quinta do Noval, e logo em seguida o grupo Symington que comercializa as marcas Cockburn’s, Dow’s, Graham’s e Warre’s. Num segundo momento a poderosa Taylor’s Fladgate declarou para seus vinhos Croft, Fonseca e Taylor. Outros produtores seguiram imediatamente. O IVDP certificou tudo.

Esta é a primeira safra, desde a de 2011, que é considerada como amplamente declarada. A relação, a seguir, reúne todas as vindimas consideradas ótimas, desde 1900: (fonte: IVDP)

2016 – 2011- 2003 – 2000

1997 – 1994 – 1992 – 1991

1989 – 1987 – 1985 – 1983 – 1982 – 1980

1978 – 1977 – 1975 – 1970

1967 – 1966 – 1963 – 1960

1958 – 1955 – 1950

1948 – 1947 – 1945 – 1942

1935 – 1934 – 1931

1927 – 1924 – 1922- 1920

1917 – 1912 – 1911

1908 – 1904 – 1900

Em termos práticos, isto significa que estas garrafas terão um maior valor de revenda e, seguramente, poderão ser guardadas por mais de 50 anos. A maioria dos vinificadores recomenda degustá-las depois de 20 anos.

A turma mais jovem é quem vai se deliciar…


Dia do Vinho

Já está se tornando uma tradição comemorar o Dia do Vinho no 1º domingo de junho. Em várias cidades brasileiras acontecerão eventos que podem estar diretamente ligados a esta data ou apenas aproveitando as temperaturas mais civilizadas para divulgar vinhos, cervejas artesanais, boa gastronomia e música.

Pinçamos alguns eventos:

NITERÓI

O Projeto Niterói Wine & Beer foi desenvolvido com intuito de reunir expositores de vinícolas nacionais, lojas, importadoras e representantes em uma feira de vinhos e cervejas artesanais e, através desta, apresentar ao grande público seus produtos em formato de degustação, varejo e atacado.

As primeiras edições do Projeto Niterói Wine & Beer aconteceram em 2017, na Praça Dom Orione, localizada no charmoso Bairro de São Francisco.

Participaram do evento mais de 20 expositores, entre vinícolas, distribuidoras e importadoras, cervejarias, queijaria, além de diversas opções gastronômicas.

Outras atrações também fizeram parte do evento, como: palestras e shows musicais de artistas conhecidos no cenário Niteroiense.

Para os pais acompanhados de seus filhos, disponibilizamos o “Espaço Kids”, onde eles poderão deixá-los e curtir o evento com mais tranquilidade.

O evento tem sido um tremendo sucesso, e a pedidos do público, esta será a 4ª Edição, a primeira em 2018!!!

A 4ª edição da Niterói Wine & Beer acontecerá no mesmo local (Praça Dom Orione – São Francisco) entre os dias 08 e 10 de Junho de 2018.

ENTRADA GRATUITA

A entrada será gratuita, porém doações de agasalhos para este inverno, serão bem-vindas. As doações serão destinadas ao Departamento de Assistência Social da igreja São Francisco Xavier.


BELO HORIZONTE

6ª EDIÇÃO DO ENCONTRO DE VINHOS

A edição da capital mineira acontece no Espaço Ilustríssimo, no bairro Santa Efigênia, no sábado de 16 de junho, e reúne aproximadamente 30 expositores. A vitrine inclui desde grandes importadoras, como a World Wine, até produtores independentes, como a Família Cassone, de Mendoza, na Argentina.

Mas o grande diferencial do Encontro dos Vinhos é a forma como a bebida é apreciada. “O valor do ingresso inclui um kit de 10 a 20 fichas de degustação para serem trocadas por doses nas mesas dos expositores escolhidos.

As importadoras e vinícolas terão à disposição taças extras, a custo individual, e garrafas fechadas com preços promocionais, para serem consumidas no próprio evento ou levadas para casa. A entrada, incluindo o kit com o número de degustações escolhidas, custa entre R$ 90 a R$ 130 e pode ser adquirida pelo site encontrodevinhos.com.br. Membros e associados da Associação Brasileira de Sommeliers (ABS-MG) têm 25% de desconto, mediante identificação no dia do evento.

À parte, haverá também opções de gastronomia, com quatro food trucks locais; já estão confirmados a tapiocaria A Crepioca e a hamburgueria Rock City. A programação musical ficará a cargo do cantor belo-horizontino Fabiano Menezes, ao som de MPB e rock dos anos 1970 e 1980. Ele, inclusive, já animou festas de outras praças, como as de São Paulo e do Rio.

Valores: R$ 90 (ingresso + kit com 10 degustações); R$ 110 (ingresso + kit com 15 degustações); R$ 130 (ingresso + kit com 20 degustações) – compras pelo site encontrodevinhos.com.br

Redes sociais: facebook.com/encontrodevinhos / instagram.com/encontrodevinhos


Vinho da Semana: não poderia ser outro

Porto LBV Maynard’s 2013

O Maynard’s LBV é um vinho feito com uvas de uma só colheita, revelando-se muito encorpado, vigoroso e frutado. É envelhecido em madeira durante 4 a 6 anos antes de ser engarrafado. A sua vinificação é feita de forma tradicional, em lagares de granito, e o envelhecimento dá-se em tonéis de carvalho o que lhe confere uma complexidade de sabores e um bouquet muito intenso e atrativo.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

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