Autor: Tuty (Page 92 of 153)

Recriando os Vinhos da época de Jesus e Rei David

Semana Santa é a senha para que a maioria dos sites e periódicos dedicados ao mundo do vinho publiquem artigos sobre a origem do vinho, pesquisas arqueológicas e tentativas de descobrir mais sobre aquela época.

Uma das atuais tendências foca nos pratos servidos na Santa Ceia. Duas correntes tentam explicar se foi uma refeição judaica comum ou um Seder, típico da Páscoa.

Com relação ao que foi bebido, vinho é uma certeza.

A parreira ou vinha é a planta mais citada na Bíblia. No Velho testamento encontramos 140 vezes a palavra “vinho”. Noé, assim que desembarca da Arca, planta um vinhedo. Um dos milagres de Jesus foi transformar água em vinho, salvando uma festa de casamento.

Na Santa Ceia, ele serve vinho aos seus discípulos como um símbolo do seu sangue.

Nossa bebida favorita está no centro das narrações bíblicas. Mas que vinho era este?

Diversos estudos estão em curso. Alguns pesquisam as uvas que teriam sido vinificadas e outros trabalham investigando os métodos de vinificação empregados naquela época.

A Universidade Ariel, localizada em território Palestino administrado por Israel, desenvolve um abrangente projeto de identificação por DNA das diversas espécies nativas. De cerca de 70 analisadas, 20 seriam propícias para a vinificação. Uma vinícola israelense, a Recanati Winery, lançou recentemente um vinho feito com uma destas castas, a Marawi, cujas raízes ancestrais remontam ao ano 220 D.C.

Incrível!

Os processos de vinificação eram muito interessantes. Arqueólogos já haviam identificado, em túmulos no Egito antigo, pinturas que descreviam o processo.

Escavações no território israelense encontraram diversos lagares de pedra onde a uva era pisada. O sumo seria transferido para uma segunda câmara, onde era recolhido e colocado em ânforas de barro para fermentar naturalmente.

Como não havia muita tecnologia neste processo rudimentar, os vinhos não duravam muito e facilmente se transformavam em vinagre. Alguns recursos eram usados, como adicionar um pouco mais de mosto para interromper a fermentação. Outras adições comuns eram mel, frutas secas, especiarias como pimenta ou curry, canela, hortelã e resinas vegetais, como mirra, incenso e terebintina, que funcionariam como preservativos.

Este vinho era apenas decantado, antes de ser vendido, sugerindo que sua aparência era bem turva e com partículas em suspensão. Os tintos seriam muito escuros e os eventuais brancos, elaborados sem a retirada das casacas, teriam uma coloração puxando para o laranja ou âmbar.

Por serem encorpados, tânicos e adocicados, estes vinhos deveriam ser cortados com um pouco de água para serem consumidos. As pessoas refinadas experimentavam diferentes diluições buscando o ponto mais agradável e quem não o fizesse era considerado um bárbaro.

Não há como precisar, corretamente, qual o sabor de um vinho como o servido na Ceia de Cristo.

Alguns estudiosos sugerem que uma aproximação seria experimentar um jovem Tannat uruguaio, ainda cheio de vigor e pouco amaciado por grandes períodos de contato com barricas de carvalho e guarda em garrafa.

Outra boa sugestão vem da Itália, o Amarone, um vinho muito poderoso, com elevada graduação alcoólica, aromas intensos de frutas negras e um leve e elegante amargor.

Boa Páscoa com ótimos vinhos!

Vinho da Semana: um Tannat, uruguaio, para os leitores se aproximarem do relato desta semana.

Carrau Ysern 2013 – $

Jovem, com notas de frutas vermelhas e especiarias, em especial pimenta verde. Paladar redondo, robusto, com taninos maduros e doces e final persistente.

Harmoniza corretamente com os pratos típicos da Páscoa.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

Neurogastronomia e o Vinho

Este nome meio complicado, no título, é uma das mais novas áreas da ciência, que estuda a relação de aromas e sabores com o nosso cérebro. Especificamente, busca explicar porque sentimos os diferentes aromas de alimentos e bebidas e a sua influência sobre o paladar.

Em termos bem diretos, aromas e sabores são criados na mente de cada um de nós, já que as moléculas que compõe o que vamos consumir não possuem qualquer odor ou sabor. Curioso.

Com respeito ao vinho, Gordon Shepherd, eminente professor desta ciência, na Universidade de Yale, explica como o cérebro é estimulado e cria estas sensações, em seu livro “Neuroenology: How The Brain Creates The Taste of Wine”.

Assim como enxergamos as cores, que são reflexos luminosos sobre objetos incolores, interpretados pelo cérebro, os aromas do qualquer alimento ou bebida, vinho inclusive, são resultados de estímulos variados.

No caso do vinho, estes estímulos decorrem muito mais do movimento que fazemos, na boca, ao prová-lo e do pouco de ar que expiramos, pelas narinas, do que efetivamente cheirar o vinho na taça.

Esta movimentação do vinho libera as moléculas que vão provocar as reações em busca das referências guardadas na memória, de cada um, sobre o que já consumimos. Estes registros são variáveis e estão relacionados a algumas características físicas como gênero, idade, composição química da saliva, ambiente e estado emocional.

Para os leitores que gostam de explicações, estas descobertas confirmam muitas das chamadas “verdades” com as quais convivemos há muito tempo, por exemplo, que homens e mulheres percebem um mesmo vinho de forma diferente, ou que dependendo de onde provamos um vinho, o seu gosto pode mudar sensivelmente.

O Prof. Shepherd vai mais longe, ainda, ao afirmar que é fundamental engolir um gole de vinho, permitindo que todas as informações moleculares sejam obtidas e processadas pelo cérebro. Por outro lado, alerta que após alguns goles, o excesso de informações pode embotar o paladar e o olfato.

Recomenda goles pequenos e longamente espaçados, o que vale para os alimentos também. Slow Food e Slow Drink parecem ser a tônica.

Uma das mais impressionantes afirmações talvez explique as razões da paixão pelo vinho por todos aqueles que o escolhem como bebida predileta:

“Degustar um vinho mexe mais com o cérebro do que escutar música ou resolver equações matemáticas”.

Neurogastronomia é uma ciência colaborativa que envolve diversas disciplinas e profissionais. Assim como Shepherd, Ferran Adrià e Heston Blumenthal são pioneiros neste ramo e colaboradores de primeira hora. Algumas técnicas desenvolvidas já estão em uso no famoso Fat Duck do Chef Inglês.

Quem sabe se daqui a algum tempo não estaremos consumindo uma deliciosa e reconfortante refeição, que vai nos deixar totalmente satisfeitos, que nada mais era do que Jiló cozido?

Profissionais e estudiosos de diversas disciplinas como artes culinárias, biologia molecular, neurociências, psicologia, evolução humana, principalmente de crianças e adolescente, pesquisadores dos mecanismos cerebrais que controlam o aprendizado e a memória, as emoções, motivações e recompensas, estão envolvidos em diversas atividades com base na neurogastronomia, buscando soluções para alguns males da vida moderna, como obesidade, vícios por drogas, diabetes, e doenças neurodegenerativas como o Mal de Alzheimer.

Tudo pode ser evitado seguindo boas práticas de nutrição.

Chegaremos ao ponto de termos, ao nosso dispor, alimentos e bebidas, vinhos é claro, elaborados de acordo com as nossa preferências e necessidades.

Saúde e bons vinhos, sob medida ou não.

Vinho da Semana: este espanhol é feito sob medida para o paladar e o bolso.

Don León 2015

Garnacha e Tempranillo, uvas espanholas por natureza, são as variedades utilizadas na confecção deste vinho, que apresenta cor rubi escuro brilhante e aroma de frutas vermelhas frescas. Na boca é leve, fresco, harmonioso e agradável.

Harmonização: Sanduíche de Mortadela, Salsicha, Salame, Risoto com Linguiça, Ricota, Requeijão e Ratatouille.

Compre aqui: http://www.vinhosite.com.br

EVENTOS:

 – Casa Rio Verde/VinhoSite e Clube Atlético Mineiro lançam o “Vinho do Galo”

A Casa Rio Verde/VinhoSite, tradicional importadora mineira, dá mais um chute certeiro com o lançamento do primeiro vinho oficial do Clube Atlético: o “Vinho do Galo”.

Com quase 10 milhões de torcedores, o Atlético é um dos clubes de futebol mais populares do Brasil. A escolha do nome “Vinho do Galo” é uma referência ao símbolo do clube, o Galo, mascote oficial desde o final da década de 1930.

 Os vinhos licenciados são elaborados com a uva Merlot – a que melhor se adaptou ao solo e clima brasileiros – e produzidos pela Lidio Carraro, a vinícola brasileira mais premiada no mundo. 

Os rótulos podem ser adquiridos no VinhoSite, loja virtual da importadora, ou em uma das cinco lojas físicas da Casa Rio Verde em Belo Horizonte, ao custo de R$44,90. 

-INOVINI e Vinícola Dona Paula

No próximo dia 12 de abril, às 19h30, a Inovini promove um encontro virtual com o enólogo e agrônomo da vinícola argentina Doña Paula, Martin Kaiser, que estará ao vivo na página da importadora no Facebook para uma conversa com enófilos do mundo inteiro. Especialista e investigador do terroir de Mendoza, Kaiser falará na transmissão, das inovações realizadas nos últimos tempos, tanto na vinha quanto na adega, e dos lançamentos mais recentes da vinícola. Os vinhos da Doña Paula são importados e distribuídos com exclusividade pela Inovini no Brasil.

Serviço

Data da transmissão: 12/04

Horário: 19h30

Link de acesso: https://www.facebook.com/inovini.importadora

Respirar, Decantar, Aerar

Vinho tem vida e precisa respirar.

Este processo começa ao se tirar a rolha ou desenroscar a tampa de uma garrafa. Deixar o vinho respirar é uma das primeiras regrinhas que aprendemos quando mergulhamos neste universo.

Esta é, também, a razão pela qual todos os enófilos agitam suavemente suas taças ao serem servidos, numa tentativa de incorporar mais ar, oxidando ligeiramente o vinho, de forma a liberar mais aromas e sabores.

Encontra-se em muitos rótulos a recomendação de abrir o vinho com antecedência, antes de consumi-lo, mas raramente é indicado um tempo, que pode variar de 20 minutos até mais de 24 horas.

Um dos problemas é a pequena dimensão da boca de uma garrafa. Muito pouco ar passa por ali, o que demanda mais tempo antes que algum efeito prático aconteça, como suavizar os taninos ou “abrir” o vinho como preferem os profissionais. Este termo é repleto de referências, pois o vinho estava realmente “fechado” dentro da garrafa. Pensem nisto…

Um dos recursos mais antigos para acelerar a aeração de um vinho é utilizar um decantador, originalmente pensado para separar os sedimentos encontrados em vinhos envelhecidos. A técnica rapidamente passou a ser utilizada para melhorar a qualidade dos vinhos jovens, com muito sucesso.

Isto sugere que alguns tipos de vinho se beneficiam mais do que outros. Vinhos brancos, por exemplo, não ganham nada, e os espumantes perdem o seu perlage. Em compensação, um jovem Cabernet ou outra cepa que se caracteriza por taninos acentuados tem tudo a ganhar com uma decantação bem realizada.

Alguns vinhos, já mais maduros, como um Bordeaux clássico, passam por uma dupla decantação, processo que consiste em decantar para a jarra e depois retornar para a garrafa. Com isto se garante uma ótima aeração e a redução de uma eventual borra.

Para aqueles que ainda não possuem um decantador, uma boa taça, tipo Bordalesa, grande e bojuda, pode muito bem, em doses pequenas, fazer o mesmo papel da jarra decantadora.

A modernidade criou vários dispositivos aeradores que, além de práticos, resolvem muito bem o problema sem, entretanto, agir como separador de sólidos, embora alguns modelos, recentes, disponham de uma pequena tela que retém resíduos de rolha ou outros corpos em suspensão.

Existem uma centena deles, cada um com uma bossa ligeiramente diferente do outro. A maioria se baseia no efeito Venturi que acontece quando um líquido passa por um estreitamento, num tubo, criando condições que aumentam a sua velocidade, diminui a pressão e permite, por sucção, a introdução de ar.

Parece complicado, mas é apenas teoria. Os aeradores são pequenos, práticos e se adaptam na garrafa, servindo inclusive como corta pingos.

Uma das mais recentes novidades, honestamente, um brinquedo de luxo, é o Vélv (http://velvwine.com/), à venda apenas nos EUA. Trata-se de um injetor de oxigênio 100% puro, através de cápsulas que são vendidas separadamente. Alegam que o disposto é capaz de transforma um vinho ruim em um “grande vinho”.

Too good to be true! Diriam os americanos.

Eu fico com São Tomé: Ver para crer.

Vinho da Semana: um excelente vinho da região do rio Ródano.

Domaine du Petit Romain 2014 – $$

Corte das uvas Syrah e Garnacha, apresenta cor rubi escuro e brilhante. Aroma com intensa fruta vermelha acompanhada por toques de canela e especiarias. Em boca é estruturado, marcante, equilibrado, com boa fruta e final persistente lembrando notas de baunilha e pimenta.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

EVENTOS:

Para os leitores de Belo Horizonte, o nosso parceiro, Casa Rio Verde/Vinho Site/Vinho Clube, está com uma ótima programação de cursos:

Datas: de 3 a 5 de abril e de 18 a 20 de abril.

Carga Horária: 9 horas aula divididas em 3 dias, das 19 às 22h.

(*) Turma intensiva no sábado, 29 de abril, das 9h às 19h.

Ementa: tipos de uva, regiões produtoras e dicas de harmonização. Na parte prática, são degustados 12 rótulos, cada um de um estilo de vinho.

Local: Casa Rio Verde – Praça Marília de Dirceu, 104 – Lourdes

Valor do investimento: R$ 325 por pessoa (capacidade 18 pessoas) – sócios do VinhoClube da Casa Rio Verde têm 30% de desconto

Inscrições e informações: www.vinhosite.com.br/vinhos/curso

Telefone: 31-3116-2300

A Ordem de Serviço dos Vinhos

Este é um dos mandamentos do Mundo dos Vinhos e não muito explorado em nossas páginas.

Em termos de importância, está ombro a ombro com as técnicas de abrir uma garrafa e servi-la, taças e harmonização, com quem está intimamente conectada.

A Sequência dos vinhos pode valorizar muito uma refeição ou estragá-la completamente, mesmo que se tenha uma perfeita combinação de pratos e vinhos. Servidos fora da ordem, a coisa toda desanda.

As regras são bem simples e fáceis de memorizar. Cada uma delas tem um objetivo, que começa com o preparo do nosso paladar para enfrentar as diversas etapas que estão por vir.

Lembrem-se destas recomendações:

1 – Brancos antes dos tintos;

2 – Secos antes dos doces;

3 – Leves antes dos encorpados;

4 – Jovens antes dos envelhecidos.

Em algumas culturas, servir um tinto antes de um branco pode ser interpretado como uma ofensa, o importante é preservar o sabor de cada vinho.

Açúcar é um grande vilão e pode embotar completamente o nosso paladar, por esta razão, muito cuidado com vinhos doces e fortificados.

Quanto ao corpo do vinho, imaginem tentar degustar um leve Pinot Noir depois de um encorpado Cabernet ou Malbec.

Existem truques que podem aprimorar esta listinha. O mais clássico deles é servir inicialmente um espumante para, não só, abrir o apetite, como para limpar o palato. E isto nos leva a mais uma regrinha:

– Vinhos mais frios em primeiro lugar.

Alguns grandes Chefs usam uma técnica de limpar o paladar a cada troca de prato e/ou vinho, servindo diferentes tipos de Granitas, uma espécie de sorvetinho, geralmente com ervas, e com muito pouco ou nenhum açúcar.

Muitas vezes podemos servir um vinho mais simples e realçá-lo com a comida e com o vinho que vai substitui-lo.

Mais uma técnica que deve ser observada:

– Vinhos mais simples antes do mais complexos.

Para que não fiquem dúvidas, estas regras podem ser aplicadas de forma independente ou em conjunto, o que significa que existem exceções.

Imaginem que o prato principal peça um branco encorpado que tenha passado por madeira. Nada impede que o primeiro vinho servido, com a entrada, por exemplo, seja outro branco leve ou mesmo tinto muito pouco encorpado. Usem bom senso para aplicar estas diretrizes.

Apresentamos, a seguir, algumas sugestões de sequência, baseadas nas castas e tipos de vinhos.

Brancos: Riesling seco; Pinot Grigio; Sauvignon Blanc; Gewürztraminer; Chenin Blanc; Viognier; Chardonnay.

Rose: uma classe quase exclusiva.

Tintos: Pinot Noir; Sangiovese; Tempranillo; Grenache; Zinfandel/Primitivo; Merlot; Carménère; Shiraz/Syrah; Malbec; Cabernet Sauvignon.

Outros: Colheita tardia e outros doces (brancos antes dos tintos); Fortificados (Porto, etc…)

Um último um lembrete: estas regrinhas valem para as degustações comparativas, também, quando não será servida uma refeição.

Saúde e bons vinhos!

Vinho da Semana: um interessante Gamay com a mais nova classificação regional, estabelecida em 2011.

Bourgogne Gamay QV 2015

Elaborado com uvas provenientes dos vinhedos Grand Cru de Beaujolais. Cor rubi intenso e brilhante. Nariz frutado e floral com boa intensidade, predominando notas de cerejas e amoras. Em boca é amplo, fresco, redondo e muito elegante. Um tinto equilibrado e harmônico, e de final muito agradável.

Compre aqui: www.vinhosite.com.br

 

AGENDA de EVENTOS

ROAD SHOW INOVINI 2017

 

Data: 03 de abril
Cidade: Sorocaba
Local: Padaria Real – Av. Engenheiro Carlos Reinaldo Mendes, 2.650 – Alto da Boa Vista, Sorocaba.
Horário: 20h às 23h
Preço: R$ 150,00 (o ingresso dá direito ao crédito de R$ 50,00 para compra de vinhos do evento).
Telefone para reservas e informações: (15) 3333-2500

Data: 04 de abril
Cidade: Jundiaí
Local: Espacio La Fiesta – Av. Comend. Gumercindo Barranqueiros, 2121 – Malota, Jundiaí.
Evento em parceria com Empório Pirana.
Horário: 18h às 22h
Preço: R$ 150,00 (o ingresso dá direito a crédito de R$ 150,00 para compra de vinhos do evento).
Telefone para reservas e informações: (11) 4815-2230

Data: 05 de abril
Cidade: Botucatu
Local: Adega Paratodos – R. José Benedito Nogueira, 8 – Jardim Tropical, Botucatu.
Horário: 19h às 22h30
Preço: R$ 125,00 (o ingresso dá direito ao crédito de R$ 70,00 para compra de vinhos do evento).
Telefone para reservas e informações: (14) 3815-1000 / 3814-3699

Data: 06 de abril
Cidade: Araraquara
Local: Novo Hotel Municipal – R. São Bento, 734 – Centro, Araraquara.
Evento em parceria com Casa Deliza.
Horário: 19h às 23h
Preço: R$ 125,00 (o ingresso dá direito ao crédito de R$ 70,00 para compra de vinhos do evento).
Telefone para reservas e informações: (16) 3331-3100 (Casa Deliza)

Data: 07 de abril
Cidade: Ribeirão Preto
Local: Empório Sta. Therezinha (Shopping Iguatemi). O evento será no espaço em frente ao Empório.
Horário: 18h às 22h
Preço: R$ 90,00 (o ingresso dá direito ao crédito de R$ 50,00 para compra de vinhos do evento).
Telefone para reservas e informações: (16) 3904-3665

World Wine Experience Península Ibérica 2017

Eventos, Feiras e Degustações – Como Participar

O tema desta semana decorre da coluna anterior. Alguns leitores gostariam de participar destes eventos, mas não sabem como fazê-lo. Vamos apresentar algumas opções.

Existem diversos tipos de eventos sobre vinhos, que se dividem em dois grupos: abertos e fechados.

Os “fechados” são voltados para quem trabalha efetivamente no ramo, Sommeliers, comerciantes, restaurateurs e, às vezes, jornalistas e outros formadores de opinião.

São promovidos pelas empresas importadoras e distribuidoras que emitem convites diretamente aos clientes em perspectiva. Muito difícil participar de um destes, a menos que sejamos indicados por um profissional. Muitas vezes, como forma de restringir a participação a quem realmente interessa, é exigido, no mínimo, um cartão de visitas ou carta de apresentação do seu local de trabalho.

Os eventos abertos são voltados aos dois públicos, profissionais e enófilos. Podem ser gratuitos ou pagos, com horários específicos para a participação de cada grupo. Em geral os profissionais têm direito a um horário mais cedo.

Uma atividade paralela e muito disputada são as Master Class e Degustações Dirigidas. São aulas especiais, conduzidas por grandes nomes do vinho, com uma extensa lista a ser degustada. Na maioria das vezes, quando são divulgadas, já estão com a lotação esgotada, o que as tornam os eventos mais difíceis de conseguir uma inscrição.

Existem confrarias que mantém um membro encarregado de monitorar e inscrever seus membros, com grande antecedência, muitas vezes um ano antes. Para descobrir estas joias, vale tudo: pesquisa nos sites dos organizadores, Twitter, Instagram, Facebook, amizades importantes, muitos e-mails e uma boa dose de paciência e sorte.

Uma estratégia é ser sócio de uma associação de vinhos como a ABS (Associação Brasileira de Sommeliers) ou a SBAV (Sociedade Brasileira de Amigos do Vinho). Promovem cursos, suas próprias degustações e através das suas “newsletters”, divulgam a maioria dos eventos. Sócios geralmente pagam preços diferenciados.

Existem eventos tradicionais, abertos a todos. Os mais famosos são:

FENAVINHO – Festa Nacional do Vinho, que acontece anualmente em Bento Gonçalves. Saiba mais neste link:

http://www.bentogoncalves.rs.gov.br/a-cidade/feiras-e-eventos-permanentes/fenavinho-brasil-festa-e-feira-nacional-do-vinho

FENACHAMP – Festa do Espumante Brasileiro, em Garibaldi.

http://www.fenachamp.com/blog/

EXPOVINIS – a maior feira de vinhos do Brasil, em São Paulo.

http://www.expovinis.com.br/pt/

Vale a pena participar, nem que seja por uma única vez. Ótima oportunidade para conhecer vinhos e se cadastrar nas vinícolas e lojas de vinho. Desta forma, seremos informados dos eventos em curso.

Uma outra feira que tem se destacado é o Encontro dos Vinhos, realizado nas seguintes cidades: Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Ribeirão Preto, Belo Horizonte, Maceió, Recife, São José dos Campos e Curitiba.

Para maiores informações acesse sua página na Internet:

http://www.encontrodevinhos.com.br/

Portugal, Chile, Argentina, Uruguai e Itália, principalmente, organizam periodicamente eventos como o descrito na coluna passada. São produzidos por associações dos produtores de vinhos de cada país. Eis alguns links:

Wines of Portugal – http://www.winesofportugal.com/br

Essência do Vinho – http://www.essenciadovinho.com/

Wines of Argentina – http://www.winesofargentina.org/pt

Wines of Chile – http://www.winesofchile.org/en

Wines of Uruguay – http://winesofuruguay.com/

Instituto do Vinho Italiano – http://www.istitutograndimarchi.it/

(Há muito tempo não organiza nada por aqui)

A técnica é fazer o cadastro para receber a newsletter e se habituar a frequentar a página indicada, prestando atenção ao que acontece nos links para as redes sociais.

Quando um evento for anunciado, corra para fazer a inscrição. O número de participantes é limitado.

Para os vinhos brasileiros existe o IBRAVIN. Promove algumas boas degustações em diversas cidades brasileiras, mas o calendário é meio irregular. Vale a pena colocar o link da página de eventos nos favoritos do seu navegador:

http://www.ibravin.org.br/Eventos

As grandes importadoras como Mistral, Vinci, World Wine, também promovem degustações, palestras e cursos, geralmente pagas, mas com ótimos vinhos. Quase sempre o preço do ingresso pode ser usado como desconto numa compra.

Novamente a técnica é fazer um cadastro ou compra on-line. Os clientes assíduos são avisados das promoções e eventos com boa antecedência.

Links:

Casa Rio Verde – http://www.casarioverde.com.br/ ou http://www.vinhosite.com.br

Mistral – https://www.mistral.com.br/

Vinci – https://www.vinci.com.br/

Decanter – http://www.decanter.com.br/

World Wine – http://www.worldwine.com.br/

Zahil – https://www.zahil.com.br/

Interfood – http://www.interfood.com.br/marcas/vinhos.php

Algumas vinícolas brasileiras promovem cursos e degustações periodicamente:

Miolo – http://www.miolo.com.br/cursos/

Valduga – http://www.casavalduga.com.br/enoturismo/cursos/

Para finalizar, Oscar Daudt, um enófilo mais que apaixonado por vinhos, mantém uma página que reúne as melhores informações sobre o mundo do vinho. Divulga eventos, cursos, lojas, restaurantes, sorteios e os vinhos que importa diretamente. Um belo serviço que ele nos presta.

Prestigie seu trabalho neste link:

http://www.enoeventos.com.br/

Saúde e bons vinhos, agora mais que nunca.

Vinho da Semana: organize um evento para chamar de seu.

Trio de Vinhos Tintos – $$

Vinho Tinto Chileno Valdemoro Carménère 2015
Vinho Tinto Espanhol Montefrio 2015
Vinho Tinto Espanhol Don León 2015

Compre aqui: www.vinhosite.com.br (*)

(*) procure em Seleção Bons & Baratos.

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